19 de maio de 2010

Próxima reunião do NUCLEO DE ASSISTENCIA DOMICILIAR – POLO SÃO PAULO

A próxima reunião do NUCLEO DE ASSISTENCIA DOMICILIAR – POLO SÃO PAULO será dia 09 de junho de 2010, na UNIFESP, às 14h30.
Previsão de duração: 2horas.

Teremos apresentação do trabalho de conclusão de mestrado com o título de :
“Satisfação do Usuário sobre a Assistência de Enfermagem Domiciliar “ – Enfª Mestre Maria Daniela Fonseca Pinto- empresa Projeto Home Care, sob orientação da Prof Dra Laís Helena R.O. Franco (UNIFESP).

7 de maio de 2010

Dar mais autonomia à enfermagem reduz taxa de erro, defende medico dos estados unidos. .

Pacientes morrem de ‘hierarquia’ nos hospitais dos EUA, critica médico especialista Peter Pronovost que trabalha em segurança hospitalar.

Claudia Dreifus 'New York Times'

Foto: Chris Hartlove/The New York Times

Peter Pronovost é diretor medico do Grupo de Pesquisa de Qualidade e Segurança do Hospital John Hopkins (Foto: Chris Hartlove/The New York Times)

  • Aspas

    A palavra 'erro' nunca foi pronunciada, mas estava implícita. A medicina tem de ser melhor que isso"

Peter Pronovost, 45 anos de idade, é diretor medico do Grupo de Pesquisa de Qualidade e Segurança do Hospital John Hopkins em Baltimore (EUA), o que significa que ele lidera a busca daquela instituição por formas mais seguras de cuidar dos pacientes. Ele também viaja pelo país, prestando consultoria em hospitais sobre medidas inovadoras de segurança.

NYT - O que o fez começar sua cruzada pela segurança hospitalar?

Peter Pronovost - Meu pai morreu de câncer aos 50 anos. Ele tinha um linfoma, mas tinha recebido o diagnóstico de leucemia. Quando era estudante de medicina do primeiro ano aqui na John Hopkins, levei meu pai a um de nossos especialistas para uma segunda opinião. O especialista disse: “Se você tivesse vindo antes, seria elegível para um transplante de medula óssea, mas o câncer já está muito avançado.”

  • Aspas

    Tivemos uma criança que morreu de desidratação, uma doença do terceiro mundo, num dos melhores hospitais do mundo"

A palavra “erro” nunca foi pronunciada, mas estava implícita. Fiquei arrasado, com raiva dos clínicos e de mim mesmo. Eu pensava: “A medicina tem de ser melhor que isso.”

Alguns anos depois, quando eu já era médico, depois de obter um doutorado em segurança hospitalar, conheci Sorrel King, cuja filha de 18 meses, Josie, tinha morrido no Hopkins de infecção e desidratação após a inserção de um cateter.

  • Aspas

    Infecções hospitalares não são como uma doença sem cura"

A mãe e os enfermeiros tinham percebido que a menininha estava com problemas. Mas alguns médicos encarregados de seus cuidados não ouviam. Então, tivemos uma criança que morreu de desidratação, uma doença do terceiro mundo, num dos melhores hospitais do mundo. Muitas pessoas aqui ficaram atormentadas com isso. E a autocrítica que se seguiu fez com que fosse possível para mim realizar novas pesquisas sobre segurança e pressionar por mudanças.

NYT - O que exatamente havia de errado?

Peter Pronovost - Assim como em muitos hospitais, tivemos um trabalho em equipe disfuncional por causa de uma cultura excessivamente hierárquica. Quando as confrontações ocorriam, o problema raramente era enquadrado de forma a buscar o melhor para o paciente. Era assim: “Eu estou certo. Sou mais experiente que você. Não me diga o que fazer.” Com a causa da morte de Josie King (infecção após inserção de cateter), nossos índices eram altíssimos: cerca de 11 em mil, o que, na época, nos colocava entre os piores 10% do país.

  • Aspas

    Quando as confrontações ocorriam, o problema raramente era enquadrado de forma a buscar o melhor para o paciente. Era assim: 'Sou mais experiente que você. Não me diga o que fazer'"

Cateteres são inseridos nas veias próximas do coração antes de grandes cirurgias, na UTI, para quimioterapia e diálise. O Centro de Controle de Doenças calcula que 31 mil pessoas por ano morrem de infecções no sangue contraídas em hospitais dessa forma. Então eu pensei: “Isso pode ser impedido. Infecções hospitalares não são como uma doença sem cura. Vamos tentar fazer um check list que padronize o que os clínicos fazem antes do cateterismo.”

Eu achava que, se pegássemos as medidas de segurança mais importantes e encontrássemos alguma forma de torná-las uma rotina, o cenário poderia ser alterado. O check list que desenvolvemos foi simples: lavar as mãos, limpar a pele com chlorhexidina, evitar colocar cateteres na virilha, cobrir o paciente e a si mesmo enquanto insere o cateter, manter um campo esterilizado, e se perguntar todos os dias se os benefícios do cateterismo são maiores que os riscos.

NYT - Lavar as mãos? Os médicos não já fazem isso automaticamente?

Peter Pronovost - Estimativas nacionais dão conta de que nós lavamos as mãos de 30% a 40% das vezes. Em hospitais que estão trabalhando para melhorar seu desempenho de segurança, o número chega a 70%. Mas isso significa que, em 30% das vezes, os profissionais não estão lavando as mãos.


Na média dos EUA, os médicos lavam as mãos no trabalho de 30% a 40% das vezes

No Hopkins, testamos a ideia do check list na unidade de tratamento intensivo cirúrgico. Ajudou, embora ainda seja necessário fazer mais para diminuir os índices de infecção. Precisamos garantir que os suprimentos – desinfetante, panos, cateteres – estejam próximos e à mão.

  • Aspas

    Dissemos: 'Enfermeiros, vocês devem garantir que os médicos lavem as mãos. Se eles não lavarem, vocês estão autorizados a interromper o procedimento'"

Observamos que esses itens eram armazenados em oito lugares diferentes dentro do hospital; por isso, nas emergências, as pessoas muitas vezes “pulavam” passos. Assim, reunimos todo o material necessário e o colocamos juntos num carrinho acessível. Designamos uma pessoa para ficar responsável pelo carrinho e sempre garantir que ele esteja abastecido. Também instituímos supervisores para garantir que o check list estava sendo seguido.

Dissemos: “Médicos, sabemos que vocês são pessoas ocupadas e às vezes se esquecem de lavar as mãos. Então, enfermeiros, vocês devem garantir que os médicos o façam. Se eles não o fizerem, vocês estão autorizados a interromper o início de um procedimento.”

NYT - E o que aconteceu?

Peter Pronovost - Você ia achar que eu tinha começado a Terceira Guerra Mundial! Os enfermeiros disseram que não era parte do trabalho deles monitorar os médicos; os médicos disseram que nenhum enfermeiro interromperia o início de um procedimento. Eu disse: “Médicos, sabemos que não somos perfeitos e que podemos esquecer importantes medidas de segurança. Enfermeiros, como vocês podem permitir que um médico comece sem ter lavado as mãos?”

Disse aos enfermeiros que eles poderiam me mandar mensagem de celular de dia ou de noite, que eu os apoiaria. Em quatro anos conseguimos reduzir os níveis de infecção a quase zero na UTI.

Então, levamos isso a 100 UTIs de 70 hospitais de Michigan. Medimos suas taxas de infecção, implementamos o check list, trabalhamos para obter uma cultura de mais cooperação, para que os enfermeiros pudessem falar. De novo, reduzimos as taxas a quase zero. Estamos motivando hospitais de todo o país a implementar sistemas de check list similares.

NYT - Você sustenta que os hospitais podem reduzir taxas de erro ao dar mais autonomia aos enfermeiros. Por quê?

Peter Pronovost - Porque, em todos os hospitais dos Estados Unidos, pacientes morrem de hierarquia. Pela forma como os médicos são treinados, o domínio experimental é visto como ameaçador e pouco importante. Mas uma enfermeira ou membro da família pode estar com um paciente 12 horas por dia, enquanto um médico só aparece por cinco minutos.

  • Aspas

    Uma enfermeira pode estar com um paciente 12 horas por dia, enquanto um médico só aparece por cinco minutos"

Quando comecei a trabalhar nisso, observei as alegações de responsabilidade de eventos que poderiam ter matado um paciente ou que realmente mataram, em vários hospitais – incluindo o Hopkins. Eu perguntei: “Em quantos desses eventos alguém sabia que algo estava errado e não falou, ou falou e não foi ouvido?”

Até mesmo eu, médico, já passei por isso. Uma vez, durante uma cirurgia, estava administrando anestesia e podia ver que o paciente estava desenvolvendo os sinais clássicos de uma reação alérgica com risco de morte.

Disse ao cirurgião: “Acho que isso é alergia a látex, por favor, mude as luvas.” “Não é”, ele disparou, recusando-se a fazê-lo. Então eu disse: “Me ajude a entender como você está enxergando a situação. Se eu estiver errado, eu só vou estar errado. Mas, se você estiver errado, você vai matar o paciente.” Eu não poderia deixar o paciente morrer porque o cirurgião e eu não estávamos nos entendendo.

Pedi à instrumentista que telefonasse para o reitor da faculdade de medicina, que eu sabia que me apoiaria. Quando ela estava prestes a telefonar, o cirurgião me xingou e finalmente tirou as luvas de látex.

NYT - O que os pacientes podem fazer para se proteger de erros em hospitais?

Peter Pronovost - Eu diria que um paciente pode fazer a seguinte pergunta: “Qual a taxa de infecção do hospital?” Se esse número for alto ou o hospital disser que não sabe, você deve sair correndo. Em qualquer caso, você também deve perguntar se eles usam um sistema de check list.

Quando você já for paciente internado do hospital, pergunte: “Será que eu realmente preciso desse cateter? Estou recebendo benefícios o suficiente para compensar os riscos?” A qualquer pessoa que lhe tocar, pergunte: “Você lavou as mãos?” Parece tolice, mas você tem de ser seu próprio protetor.

* A editora americana Hudson Street Press lançou recentemente o livro “Safe Patients, Smart Hospitals: How One Doctor’s Checklist Can Help Us Change Health Care from the Inside Out”, escrito por Peter Pronovost e Eric Vohr.

Tradução de Gabriela d’Ávila

Gerenciamento de Risco e Segurança do Paciente

No site: http://www.medicinanet.com.br você encontra artigos, videos e aulas sobre
Gerenciamento de Risco e Segurança do Paciente.

27 de abril de 2010

Como fazer parte NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR – POLO SÃO PAULO

Para se associar à REBRAENSP – REDE BRASILEIRA DE ENFERMAGEM E
SEGURANÇA DO PACIENTE – NÚCLEO DE ASSISTENCIA DOMICILIAR – POLO SÃO PAULO:
- Solicitar a ficha de inscrição, demonstrando seu interesse para a Coordenadora do Polo São Paulo – Prof Dra. Maria Angélica Perlini atravez do email : maria.angelica@unifesp.br ,
- Após o recebimento da ficha envia-la preenchida para o e-mail da professora
Maria Angélica - maria.angelica@unifesp.br com cópia para Prof. Luiza Dal Ben - luiza@dalben.com.br.


Próxima reunião do NUCLEO DE ASSISTENCIA DOMICILIAR – POLO SÃO PAULO
Dia 09 de junho de 2010, na UNIFESP, às 14h30. Previsão de duração: 2horas.
Teremos apresentação do trabalho de conclusão de mestrado com o título de :
“Satisfação do Usuário sobre a Assistência de Enfermagem Domiciliar “ – Enfª Mestre Maria Daniela Fonseca Pinto- empresa Projeto Home Care, sob orientação da Prof Dra Laís Helena R.O. Franco (UNIFESP).


Comunicação e liderança na equipe de enfermagem*

Comunicação e liderança na equipe de enfermagem*

O estudo publicado pelas enfermeiras Ana Lúcia de Assis Simões e Neide Fávero; teve como objetivos identificar fatores que interferem no processo de comunicação entre os profissionais de enfermagem e apresentar e discutir estratégias que facilitam a comunicação na equipe de enfermagem.

Acesse o conteúdo publicado :

14 de abril de 2010

5ª Reunião da Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente - REBRAENSP - Venha participar desta rede !

REDE BRASILEIRA DE ENFERMAGEM E SEGURANÇA DO PACIENTE - REBRAENSP


● 5ª Reunião da Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente – REBRAENSP, dia 24 de maio de 2010, no horário das 9h às 17h, no Auditório Vermelho do Centro de Aprimoramento Profissional de Enfermagem (CAPE).

Endereço: Rua Dona Veridiana, 298. Santa Cecília - São Paulo- SP
Sem mais agradeço.

Profª Drª Sílvia Helena De Bortoli Cassiani

Anvisa apresenta estratégias para segurança do paciente em hospitais e clínicas

Anvisa apresenta estratégias para segurança do paciente em hospitais e clínicas
por Saúde Business Web - 12/04/2010

Foco nas ações de melhoria da higienização das mãos em serviços de saúde e ações de melhoria dos procedimentos cirúrgicos.

A Anvisa e a Organização Pan Americana da Saúde (OPAS/OMS) lançaram algumas iniciativas para melhoria da segurança do paciente em hospitais e clínicas.As estratégias desenvolvidas pela agência estão baseadas em dois desafios globais anunciados pela Organização Mundial de Saúde (OMS): o primeiro está focado nas ações de melhoria da higienização das mãos em serviços de saúde. O segundo desafio está relacionado às ações de melhoria dos procedimentos cirúrgicos.

De acordo com a Anvisa, o principal objetivo das ações é reduzir os casos de infecções hospitalares. Já a meta estipulada é diminuir em 30% os índices nacionais de infecção, em um prazo de três anos.

Estima-se que, no Brasil, a taxa de infecções hospitalares atinja 14% das internações. Segundo dados da OMS, cerca de 234 milhões de pacientes são operados por ano em todo o mundo. Destes, um milhão morre em decorrência de infecções hospitalares e sete milhões apresentam complicações no pós-operatório.


Manuais e materiais de apoio
http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/manuais/index.htm

12 de abril de 2010

Reunião do Núcleo de Assistência Domiciliar do Pólo São Paulo – REBRAENSP

A proxima reunião do Núcleo de Assistência Domiciliar do Pólo São Paulo –REBRAENSP, será realizada no dia 14/04/10 às 9h30 na Escola Paulista de Enfermagem - UNIFESP, R. Napoleão de Barros, nº 754 - Vila Clementino, São Paulo - S.P. sala a ser definida, por favor a informação estará na recepção.

A REBRAENSP – Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente tem o objetivo de promover a produção e divulgação de informações relacionadas a enfermagem e segurança do paciente no âmbito acadêmico e assistencial. É coordenada pela Prof Dra Silvia Cassiani da USP-Ribeirão Preto e o Pólo São Paulo pela Prof Dra Maria Angélica S Peterlini.

18 de fevereiro de 2010

Metas Internacionais de Segurança do Paciente

A adoção das Metas Internacionais de Segurança do Paciente reflete boas práticas propostas por especialistas e é uma estratégia para redução do risco de erros e eventos adversos em Instituições de Saúde.



  •  Meta 1. Identificar os pacientes corretamente
Utilizar pelo menos duas formas de identificação do paciente antes de administrar medicamentos, sangue ou hemoderivados; antes de coletar amostras para realização de exames e antes de realizar quaisquer tratamentos ou procedimentos.


IMPORTANTE: O número do quarto não pode ser utilizado para identificar so paciente.


  •  Meta 2. Melhorar a eficácia da comunicação
Instituir um processo/procedimento para ordens/prescrições verbais ou telefônicas ou para informar resultados de exames, requerendo um processo de "ler de volta" a prescrição completa ou resultado de exame, pela pessoa que está recebendo a informação.


  •  Meta 3. Melhorar a segurança para medicamentos de alto risco
Remover eletrólitos concentrados das unidades de cuidado ao paciente.


IMPORTANTE: inclui, mas não se restringe a: cloreto de potássio, fosfato de potássio, cloreto de sódio > 0,9%.


  • Meta 4. Eliminar cirurgias / procedimentos errados, no paciente errado e na parte errada
1. Utilizar um check-list, incluindo uma revisão imediatamente antes do início do procedimento cirúrgico, para garantir que se trata do paciente certo, cirurgia certa e parte do corpo certa.


2. Desenvolver um processo ou check-list para verificar, antes de iniciar a cirurgia, se todos os recursos e equipamentos necessários para a cirurgia estão disponíveis, se são os requeridos e se estão funcionando adequadamente.


3. Marcar precisamente a parte do corpo onde a cirurgia será realizada. Utilizar uma marcação claramente compreensível e envolver, sempre que possível, o paciente nesse processo.


  •  Meta 5. Reduzir o risco de infecções hospitalares
Estar em conformidade com as diretrizes de higiene publicadas e aceitas.


  •  Meta 6. Reduzir o risco de lesão do paciente resultante de quedas
Avaliar e reavaliar periodicamente o risco de queda para cada paciente, incluindo o risco potencial associado ao uso de medicamentos, e implantar ações para reduzir ou eliminar os riscos identificados.

8 de fevereiro de 2010

Clic aqui e leia a reportagem da Enfermeira Dra. Silvia Helena de Bortoli Cassiani, na revista do Coren SP

Enfermeira Dra. Silvia Helena de Bortoli Cassiani, professora titular da Escola Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo - criadora e coordenadora da  Rebraensp.

O que é uma assistência com qualidade ?

Para refletirmos um pouco e termos claro o que é importante avaliarmos na assistência que prestamos em nossos serviços de saude, citamos alguns  principios do Institute Of Medicine (IOM), organização não governamental e independente, reconhecida como autoridade em políticas de saúde e qualidade da assistência.


Assistência com Foco no Paciente
Oferecer assistência que atenda e respeite as preferências, necessidades e valores do paciente.


Assistência no Tempo Adequado
Reduzir esperas e atrasos, por vezes prejudiciais às pessoas que recebem e prestam o atendimento.


Eficiência
Evitar desperdícios e mau uso de materiais, equipamentos, idéias e energia.


Eqüidade
Respeitar a igualdade de direitos de cada um; dar assistência cuja qualidade não varie segundo características pessoais, tais como gênero, etnia, condições sócio-econômicas ou localização geográfica.


Efetividade
Prestar serviços adequados àqueles que deles se beneficiarão e utilizar os recursos de forma responsável, ou seja, evitar o uso excessivo ou insuficiente.


Segurança do Paciente
Evitar que a assistência prestada resulte em dano ao paciente.


Como isto esta sendo realizado em sua instituição ? Colabore, troque experiencias, deixe seu comenterio.

16 de dezembro de 2009

Conheça os objetivos da Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente

Compartilhar informações e conhecimentos relacionados à área de Enfermagem e segurança dos pacientes;


Identificar problemas, interesses e prioridades relacionadas com a prática, gestão, investigação e educação da Enfermagem, e gerar alternativas de transformação compartilhadas.


Promover a articulação entre os membros, para ampliar e fortalecer as suas atividades de cuidado,ensino, pesquisa e cooperação técnica;


Potencializar o desenvolvimento de investigações multicêntricas entre os membros;


Dar visibilidade à situação e às tendências de Enfermagem e segurança do paciente, facilitando a identificação de prioridades de transformação e desenvolvimento;


Compartilhar metodologias e recursos tecnológicos destinados às atividades de cuidado, gestão, educação, investigação, informação e cooperação técnica relacionada à Enfermagem e segurança do paciente.


Promover a produção e uso intensivo de informação técnico-científica e referencial sobre Enfermagem e segurança do paciente;


Promover o acesso às fontes de informação técnicocientíficas e referencial em matéria de Enfermagem
e segurança do paciente.

I Reunião do Núcleo de Assistência Domiciliar do Pólo São Paulo – REBRAENSP

O Núcleo de Assistência Domiciliar do Pólo São Paulo –REBRAENSP, coordenado pela Dra Luiza Watanabe Dal Ben, realizou no dia 16/12/09, na Escola Paulista de Enfermagem - UNIFESP, sua primeira reunião.


A reunião, contou com a presença da Prof Dra Maria Angélica S Peterlini Coordenadora do Pólo São Paulo - REBRAENSP e de enfermeiras de diversas instituições de Assistência Domiciliar.

A REBRAENSP – Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente

A REBRAENSP - Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente foi criada atraves de uma iniciativa da Organização Pan-Americana da Saúde - OPAS, em maio de 2008 e é coordenada pela Prof Dra Silvia Cassiani da USP-Ribeirão Preto


A REBRAENSP tem como objetivo disseminar e sedimentar a segurança nas organizações de saúde, escolas, universidades, programas e organizações não governamentais com intuito de prevenção de danos e de fortalecimento das ações na assistência ao paciente.


A REBRAENSP é constituida de membros de todo Brasil reunidos atraves de Polos Regionais.
O Pólo São Paulo - REBRAENSP é coordenado pela Prof Dra Maria Angélica S Peterlini da Unifesp - São Paulo.


Os Enfermeiros interessados em participar dos diversos pólos constituídos, ou em criar pólos nos municípios
ou estados podem entrar em contato com a Secretaria através do e-mail: rebraensp@eerp.usp.br