Essa resolução se aplica a todos os estabelecimentos de saúde no país e o seu objetivo é estabelecer requisitos de Boas Práticas para funcionamento desses serviços, fundamentados na qualificação, na humanização da atenção e na gestão, bem como na redução e controle de riscos aos usuários e meio ambiente.
Ao tratar sobre as Boas Práticas de Funcionamento (BPF), a resolução destaca alguns aspectos importantes para o desenvolvimento das BPF nos serviços de saúde:
Para ler a Resolução na integra click AQUI - ela contem detalhes importantes para sua instituição!
Referencia - http://www.jornadaead.com.br/cofen/atualizacoes/atualizacao_7_Boas_Praticas_nos_servicos_de_saude.html
4 de janeiro de 2012
Classificação de risco por cores: uma ferramenta de avaliação em emergência
O sistema de classificação de risco foi criado com o intuito de se evitar intercorrências entre os pacientes graves que são atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Trata-se de um processo dinâmico de identificação dos pacientes que necessitam de tratamento imediato, de acordo com o potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento (ABBÊS; MASSARO, 2004).

FONTE: NISHIO; FRANCO (2011)
As cores utilizadas possuem as seguintes definições:
Vermelho
Amarelo
Verde
Azul
De acordo com o Ministério da Saúde (2002), a triagem classificatória deverá ser realizada por meio de protocolos pré-estabelecidos, por profissionais de saúde de nível superior, com treinamento específico; sendo proibida a dispensa de pacientes antes que estes recebam atendimento médico.
O Protocolo é um instrumento de apoio que visa à identificação rápida e científica do doente de acordo com critérios clínicos para determinar em que ordem o paciente será atendido. Trata-se de um modelo em que diferentes enfermeiros obtêm os mesmo resultados na análise do paciente, aumentando a agilidade e a segurança nos serviços de urgência (CORENPR, 2010).
Após a triagem, os pacientes são encaminhados aos consultórios médicos. Uma vez realizado o atendimento, o paciente deverá ter sua referência garantida, por meio do encaminhamento realizado às centrais de regulação ou aos fluxos previamente pactuados (BRASIL, 2002).
TABELA 1 - NÍVEIS DE GRAVIDADE POR COR E TEMPO DE ATENDIMENTO
FONTE: NISHIO; FRANCO (2011)
As cores utilizadas possuem as seguintes definições:
Vermelho
O atendimento deve ser imediato. Doentes com situações clínicas de maior risco, como por exemplo:
• Politraumatizado grave - Lesão grave de um ou mais órgãos e sistemas; Escala de Coma de Glasgow (ECG) < 12.
• Queimaduras com mais de 25% de área de superfície corporal queimada ou com problemas respiratórios.
• Trauma Cranioencefálico grave – ECG <12.
• Estado mental alterado ou em coma - ECG <12; história de uso de drogas.
• Comprometimentos da coluna vertebral.
• Desconforto respiratório grave.
• Dor no peito associada à falta de ar e cianose.
• Perfurações no peito, abdome e cabeça.
• Crises convulsivas (inclusive pós-crise).
• Intoxicações exógenas ou tentativas de suicídio com ECG <12.
• Anafilaxia ou reações alérgicas associadas à insuficiência respiratória.
• Tentativas de suicídio.
• Complicações de diabetes (hipo ou hiperglicemia).
• Parada cardiorrespiratória.
• Hemorragias não controláveis.
• Infecções graves – febre, exantema petequial ou púrpura, alteração do nível de consciência.
• Alterações de sinais vitais em paciente sintomático.
Pulso > 140 ou < 45
PA diastólica < 130 mmHg
PA sistólica < 80 mmHg
FR >34 ou <10
Amarelo
Tempo de espera recomendado até 30 minutos. Casos urgentes, como:
• Politraumatizado com ECG entre 13 e 15; sem alterações de sinais vitais.
• Cefaleia intensa de início súbito ou rapidamente progressiva, acompanhada de sinais ou sintomas neurológicos, parestesias, alterações do campo visual, dislalia, afasia.
• Trauma cranioencefálico leve (ECG entre 13 e 15).
• Diminuição do nível de consciência.
• Alteração aguda de comportamento - agitação, letargia ou confusão mental.
• História de Convulsão /pós-ictal–convulsão nas últimas 24 horas.
• Dor torácica intensa.
• Desmaios.
• Alterações de sinais vitais em paciente sintomático:
FC < 50 ou > 140
PA sistólica < 90 ou > 240
PA diastólica > 130
T < 35 ou. 40
Verde
Tempo de espera recomendado até uma hora (60 minutos). Casos de menor gravidade, por exemplo:
• Idade superior a 60 anos.
• Gestantes com complicações da gravidez.
• Deficientes físicos.
• Retornos com período inferior a 24 horas devido a não melhora do quadro.
• Impossibilidade de deambulação.
• Asma fora de crise.
• Enxaqueca – pacientes com diagnóstico anterior de enxaqueca.
Azul
Tempo de espera recomendado até duas horas (120 minutos). Casos de menor gravidade, como:
• Queixas crônicas sem alterações agudas.
• Procedimentos como: curativos, trocas ou requisições de receitas médicas, avaliação de resultados de exames, solicitações de atestados médicos (BRASIL, 2004).
De acordo com a Lei do Exercício Profissional de Enfermagem, cabe ao enfermeiro realizar a Classificação de Risco, uma vez que a Lei n.º 7.498/86 incumbe, privativamente ao enfermeiro, a Consulta de Enfermagem e a realização de técnicas de maior complexidade, que exijam conhecimentos científicos adequados, e a capacidade de tomar decisões rápidas (NISHIO; FRANCO, 2011).
Com esse Protocolo Clínico de classificação de risco por cores, os serviços de urgência atendem em primeiro lugar os doentes mais graves e não necessariamente os que chegarem antes. A seleção acontece a partir de uma observação prévia, na qual um conjunto de sintomas ou de sinais é identificado para atribuir uma cor ao paciente. A cor corresponde ao grau de prioridade clínica no atendimento e a um tempo de espera recomendado (CORENPR, 2010).
Sabendo desta prioridade o que você, como profissional de saúde, levará em consideração para classificar os pacientes?
Referências
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS n.º 2048, de 5 de novembro de 2002. Brasília, 2002. Disponível em: .
BRASIL. Ministério da Saúde. Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco. Brasília, 2004. Disponível em: .
COREN PR. Conselho Regional de Enfermagem do Paraná. Protocolo de Manchester será utilizado por Enfermeiros em Curitiba. Disponível em: http://www.corenpr.org.br/noticias/2009/protocolo_manchester.html.
ABBÊS, C.; MASSARO, A. Acolhimento com classificação de risco. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. Disponível em: http://www.saude.sc.gov.br/hijg/gth/Acolhimento%20com%20Classifica%C3%A7%C3%A3o%20de%20Risco.pdf
NISHIO, E. A.; FRANCO, M. T. G. Modelo de Gestão em Enfermagem: qualidade assistencial e segurança do paciente. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
Texto escrito pelas Monitoras Claudia Luisa Guras, Diana Aparecida Veber e Tatiane Motta Huggler.
Definições e avanços do cuidado domiciliar para a saúde e para a Enfermagem
Enfermagem têm atuado em esferas diferentes do âmbito hospitalar, dentre elas destaca-se o cuidado domiciliar. Assim, vamos identificar com a leitura desta atualização algumas definições e aspectos dessa área, bem como os seus principais avanços para a saúde e para a Enfermagem. Segundo o Ministério da Saúde (BRASIL, 2011b), o Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) é definido como um serviço substitutivo ou complementar à internação hospitalar ou ao atendimento ambulatorial, responsável pelo gerenciamento e operacionalização das Equipes Multiprofissionais de Atenção Domiciliar (EMAD) e Equipes Multiprofissionais de Apoio (EMAP).
Referencia: Proficiência - COFEN
Click AQUI PARA LER O TEXTO COMPLETO
6 de dezembro de 2011
Site do PROQUALIS
No site PROQUALIS voce encontar uma serie de artigos sobre qualidade, segurança e assistencia.
E tem tambem aulas disponiveis, acesse o site e procure o caminho:
PROQUALIS > Pesquisa > Aula
Ali voce encontar uma lista de conteúdo de aulas com as seguintes temas:
Condição clínicaDoença Pulmonar Obstrutiva Crônica (5)
Hipertensão Arterial (5)
Insuficiência Cardíaca (5)
Asma Brônquica (4)
Diabetes Mellitus (4)
Asfixia Neonatal (3)
Segurança dos PacientesMedicamentos (1)
Iniciativas GlobaisCirurgias Seguras Salvam Vidas (2)
Experiências BrasileirasPrevenção de Úlcera por Pressão (1)
SeçãoMaterial de Apoio-a-Acões (8)
Multimídia (6)
Ferramentas (1)
Literatura de Interesse (1)
Se voce tem um artigo interessante sobre segurança do paciente, compartilhe com a gente, envie pelo email rita.kaluf@gmail.com
Erro medicamentoso em cuidados de saúde primários e secundários: dimensão, causas e estratégias de prevenção
Erro medicamentoso em cuidados de saúde primários e secundários: dimensão, causas e estratégias de prevenção
Júnior, DPL; Siqueira, JS; Silva, DT; Almeida, LB; Silva, WB; Sousa, P; Guerreiro, MP
Artigo
Idioma: Português
Fonte: Rev Port Saúde Pública.;Vol Temat(10): 40-46, 2010.
Data: 2010
Resumo:
Português: Com este artigo pretende-se dar uma panorâmica sobre a frequência e as principais causas do erro medicamentoso nos cuidados de saúde primários e hospitalares. Constitui igualmente nosso objectivo abordar, ainda que de forma sucinta, algumas das estratégias de prevenção deste tipo de evento adverso e discutir alguns aspectos da sua avaliação. Da análise da literatura, constata-se que os erros de medicação em cuidados primários e secundários são um problema comum, embora este primeiro setting esteja menos estudado. Ainda que estes erros resultem, numa minoria dos casos, em dano para os doentes, a sua consequência mais preocupante - os eventos adversos medicamentosos (EAM) evitáveis - são apesar de tudo frequentes e acarretam considerável sofrimento humano e desperdício para as organizações de saúde. As intervenções para prevenção dos erros de medicação e de EAM evitáveis podem ter como enfoque os indivíduos, os processos e os aspectos inerentes às organizações de saúde. A avaliação da sua efectividade é crucial, particularmente se a intervenção se revestir de carácter complexo e/ou envolver custos significativos. Parecem existir poucos estudos realizados em países de língua portuguesa (ou publicados em português) sobre a segurança do doente na área do medicamento. Importa fomentar a formação e a investigação nesta área e sensibilizar os profissionais de saúde para a mesma, tendo em conta a sua pertinência e o seu "peso" na dimensão epidemiológica, clínica, económica e social
Acesse o artigo na integra atraves do site do Proqualis
4 de dezembro de 2011
pesquisa sobre higienização das mãos, vinculada ao Programa de Pós-Graduação da Escola Paulista de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo.
Prezado membro da Rede Brasileira de Enfermagem e Segurança do Paciente (REBRAENSP),
Convidamos Vossa Senhoria a participar de pesquisa sobre higienização das mãos, vinculada ao Programa de Pós-Graduação da Escola Paulista de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo.
As informações e instruções de preenchimento estão no questionário.
Link da pesquisa:
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dDFFLUQtSkphSnp4eW41eTFWd0Jvc3c6MQ
Estamos à disposição para os esclarecimentos necessários.
Atenciosamente,
Aline Belela Anacleto
Doutoranda – Unifesp
Dra. Maria Angélica S. Peterlini
Professora Adjunto Unifesp e Co-orientadora da pesquisa
Dra. Mavilde L. G. Pedreira
Professora Associada Unifesp e Orientadora da pesquisa
24 de novembro de 2011
Reunião Nacional da Rebraensp - 29/11/2011
Caros (as) colegas,
A VII Reunião Nacional da REBRAENSP – será realizada no dia 29/11/2011 das 9h às 18h no Teatro Marcos Lindenberg - UNIFESP
Rua Botucatu, 862 – 2º andar – Vila Clementino- São Paulo
As inscrições devem ser realizadas enviando um e-mail ao coordenador do Núcleo que você pertence.
Caso ainda não pertença a nenhum grupo e tenha interesse em participar de nossa rede, por favor encaminhe um e-mail manifestando o seu interesse em fazer parte da rede, para maria.angelica@unifesp.br ou para luiza@dalben.com.br, para enviarmos a ficha a ser preenchida.
As inscrições são isenta de custos.
Contamos com a divulgação do evento aos profissionais de vossas instituições.
Aguardo a inscrição de todos, vamos trocar experiências e avançar em nossas discussões.
Um forte abraço,
Luiza Watanabe Dal Ben
Coordenadora do Núcleo de Assistência Domiciliar
REBRAENSP-POLO SÃO PAULO
luiza@dalben.com.br
Pauta Reunião Nacional Rebraensp 29/11/2011
9h
Abertura e informes gerais
Prof Dra Silvia Helena de Bertoli Cassini - Coordenadora da REBRAENSP
9h15
Relatório da Reunião do Grupo de Trabalho sobre Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde,realizado no dia 31/0/2011,em Brasília- DF
Prof Dra Maria de Jesus Harada
9h45
Palestra- “Ethics and Patient Care”
Ann Gallagher – University of Surrey - Inglaterra
10h30
Coffe Break
11h15
Discussão com a Prof Ann Gallagher
12h15
almoço
13h30
Apresentação dos Pólos (10 min para cada Polo)
15h30
Coffee Break
16h
Discussão Plano de Trabalho 2012
17h
Encerramento
A VII Reunião Nacional da REBRAENSP – será realizada no dia 29/11/2011 das 9h às 18h no Teatro Marcos Lindenberg - UNIFESP
Rua Botucatu, 862 – 2º andar – Vila Clementino- São Paulo
As inscrições devem ser realizadas enviando um e-mail ao coordenador do Núcleo que você pertence.
Caso ainda não pertença a nenhum grupo e tenha interesse em participar de nossa rede, por favor encaminhe um e-mail manifestando o seu interesse em fazer parte da rede, para maria.angelica@unifesp.br ou para luiza@dalben.com.br, para enviarmos a ficha a ser preenchida.
As inscrições são isenta de custos.
Contamos com a divulgação do evento aos profissionais de vossas instituições.
Aguardo a inscrição de todos, vamos trocar experiências e avançar em nossas discussões.
Um forte abraço,
Luiza Watanabe Dal Ben
Coordenadora do Núcleo de Assistência Domiciliar
REBRAENSP-POLO SÃO PAULO
luiza@dalben.com.br
Pauta Reunião Nacional Rebraensp 29/11/2011
9h
Abertura e informes gerais
Prof Dra Silvia Helena de Bertoli Cassini - Coordenadora da REBRAENSP
9h15
Relatório da Reunião do Grupo de Trabalho sobre Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde,realizado no dia 31/0/2011,em Brasília- DF
Prof Dra Maria de Jesus Harada
9h45
Palestra- “Ethics and Patient Care”
Ann Gallagher – University of Surrey - Inglaterra
10h30
Coffe Break
11h15
Discussão com a Prof Ann Gallagher
12h15
almoço
13h30
Apresentação dos Pólos (10 min para cada Polo)
15h30
Coffee Break
16h
Discussão Plano de Trabalho 2012
17h
Encerramento
16 de setembro de 2011
reunião do NUCLEO DE ASSISTENCIA DOMICILIAR – REBRAENSP – POLO SÃO PAULO
Prezados(as) senhores (as)
A próxima reunião do NUCLEO DE ASSISTENCIA DOMICILIAR – REBRAENSP – POLO SÃO PAULO, vinculado a rede das Américas, OPS/OMS será como combinamos, na terceira quarta-feira do mês.
Data: 21de setembro de 2011 – quarta-feira
Horário: 9h às 12h
Local: Alameda Santos, 211- térreo – altura da Rua Teixeira da Silva e Rua Leôncio de Carvalho, próximo à estação Brigadeiro do Metrô.
Programação
8h30 – Welcome coffe
9h – Abertura – Prof Maria Angélica Peterlini – Coordenadora da REBRAENSP – Polo São Paulo
9h -11h45 Mesa Redonda:
Como identificar os riscos na transferência do paciente do Hospital para a Assistência Domiciliar com enfoque na dinâmica da família?
Moderadora: Luiza Dal Ben – Coordenadora do Núcleo de Assistência Domiciliar – REBRAENSP- Polo São Paulo
Debatedores:
Dr. André Seabra Carvalho Miranda - MM Advogados
Katia Midori Komegae - DPS – Departamento de Promoção à Saúde - ABET
Prof Dra Maria Angélica Peterlini – UNIFESP - Coordenadora da REBRAENSP- Polo São Paulo
Rita Kaluf – Coordenadora Adjunta do Núcleo de Assistência Domiciliar – REBRAENSP – Pólo São Paulo
Palestrantes:
Avaliação da condição social – AS Lúcia Helena Rossetti De Biasi - DPS – Departamento de Promoção à Saúde – ABET
Avaliação da necessidade de horas diárias de assistência de enfermagem com a utilização de genograma e ecomapa - Enf Denise Canesin Ribeiro Melloni- Dal Ben Home Care
Avaliação do perfil dos auxiliares e técnicos de enfermagem que atuam em assistência domiciliar – conclusão de TCC – MBA- UNIFESP – Enf Suzan Ozis
Experiência do NADI – HCFMUSP - Enf Deise Silva
Aspectos jurídicos – Dr Rodrigo Vedana – MM Advogados
Logística em Home Care - Jedson Brandão – Lumiar Health Care
11h45 – 12h10 – Literatura e sugestões de artigos sobre a segurança do paciente em ambiente domiciliar. Larissa Kozloff Naves – Coordenadora Adjunta do Núcleo de Assistência Domiciliar – REBRAENSP – Polo São Paulo
12h15 – Encerramento
A próxima reunião do NUCLEO DE ASSISTENCIA DOMICILIAR – REBRAENSP – POLO SÃO PAULO, vinculado a rede das Américas, OPS/OMS será como combinamos, na terceira quarta-feira do mês.
Data: 21de setembro de 2011 – quarta-feira
Horário: 9h às 12h
Local: Alameda Santos, 211- térreo – altura da Rua Teixeira da Silva e Rua Leôncio de Carvalho, próximo à estação Brigadeiro do Metrô.
Programação
8h30 – Welcome coffe
9h – Abertura – Prof Maria Angélica Peterlini – Coordenadora da REBRAENSP – Polo São Paulo
9h -11h45 Mesa Redonda:
Como identificar os riscos na transferência do paciente do Hospital para a Assistência Domiciliar com enfoque na dinâmica da família?
Moderadora: Luiza Dal Ben – Coordenadora do Núcleo de Assistência Domiciliar – REBRAENSP- Polo São Paulo
Debatedores:
Dr. André Seabra Carvalho Miranda - MM Advogados
Katia Midori Komegae - DPS – Departamento de Promoção à Saúde - ABET
Prof Dra Maria Angélica Peterlini – UNIFESP - Coordenadora da REBRAENSP- Polo São Paulo
Rita Kaluf – Coordenadora Adjunta do Núcleo de Assistência Domiciliar – REBRAENSP – Pólo São Paulo
Palestrantes:
Avaliação da condição social – AS Lúcia Helena Rossetti De Biasi - DPS – Departamento de Promoção à Saúde – ABET
Avaliação da necessidade de horas diárias de assistência de enfermagem com a utilização de genograma e ecomapa - Enf Denise Canesin Ribeiro Melloni- Dal Ben Home Care
Avaliação do perfil dos auxiliares e técnicos de enfermagem que atuam em assistência domiciliar – conclusão de TCC – MBA- UNIFESP – Enf Suzan Ozis
Experiência do NADI – HCFMUSP - Enf Deise Silva
Aspectos jurídicos – Dr Rodrigo Vedana – MM Advogados
Logística em Home Care - Jedson Brandão – Lumiar Health Care
11h45 – 12h10 – Literatura e sugestões de artigos sobre a segurança do paciente em ambiente domiciliar. Larissa Kozloff Naves – Coordenadora Adjunta do Núcleo de Assistência Domiciliar – REBRAENSP – Polo São Paulo
12h15 – Encerramento
13 de julho de 2011
São Paulo, 12 de julho de 2011.
Prezado (a) Senhor (a)
A segurança do paciente nos serviços de saúde tem sido uma preocupação mundial, por isso o Núcleo de Assistência Domiciliar da REBRAENSP – POLO SÃO Paulo , convida a todos para uma discussão multiprofissional sobre como transformar nossa prática profissional em uma assistência segura.
A participação de todos os membros,tem sido muito profícua em nossas reuniões para ampliar as discussões sobre o tema segurança do paciente , dos profissionais e familiares , além de divulgarmos os objetivos da REBRAENSP.
Contamos com a sua presença e o seu apoio .
Agradecemos ,
Dra Luiza W Dal Ben
Coordenadora do Núcleo de Assistência Domiciliar
REBRAENSP – Polo são Paulo
Rita Kaluf
Vice – Coordenadora do Núcleo de Assistência Domiciliar
REBRAENSP –Polo São Paulo
Prof Dra Maria Angélica Peterlini
Coordenadora da REBRAENSP – Polo São Paulo
PROGRAMAÇÃO:
DATA: 27/07/2011
HORARIO: 9h as 12h
LOCAL: UNIFES - Napoleão de Barros 754 - Anfiteatro da Escola de Enfermagem
9- 9h30 - Apresentação da participação do Núcleo de Assistência Domiciliar – REBRAENSP Polo São Paulo - reunião da REBRAENSP realizada dia 27/06/11 – Salvador- BA. – apresentação: Luiza W Dal Ben
9h30 – 11h - Mesa Redonda: Segurança em Assistência domiciliar – Quais os riscos?
Apresentação das metas mundiais de segurança do paciente – apresentação Rita Kaluf
Como eu faço – experiência da empresa - PRONEP – SP – acreditada internacional em qualidade
Votação sobre as metas que serão trabalhadas pelo Núcleo de Assistência Domiciliar - REBRAENSP – Polo São Paulo
11h – 11h45 Oficina de trabalho - desenvolvido em equipes – Levantamento dos principais riscos na transferência do paciente do hospital para a residência e quais as ações de prevenção
11h45 12h Temas para as próximas reuniões:
Apresentação de trabalhos científicos:
Pesquisa sobre “avaliação da intubação gástrica em assistência domiciliar” pesquisadora: Larissa Naves – Mestrado- EEUSP.
Sugestão de outras pesquisas
12h – 12h15 Palavra aos membros e encerramento
Prezado (a) Senhor (a)
A segurança do paciente nos serviços de saúde tem sido uma preocupação mundial, por isso o Núcleo de Assistência Domiciliar da REBRAENSP – POLO SÃO Paulo , convida a todos para uma discussão multiprofissional sobre como transformar nossa prática profissional em uma assistência segura.
A participação de todos os membros,tem sido muito profícua em nossas reuniões para ampliar as discussões sobre o tema segurança do paciente , dos profissionais e familiares , além de divulgarmos os objetivos da REBRAENSP.
Contamos com a sua presença e o seu apoio .
Agradecemos ,
Dra Luiza W Dal Ben
Coordenadora do Núcleo de Assistência Domiciliar
REBRAENSP – Polo são Paulo
Rita Kaluf
Vice – Coordenadora do Núcleo de Assistência Domiciliar
REBRAENSP –Polo São Paulo
Prof Dra Maria Angélica Peterlini
Coordenadora da REBRAENSP – Polo São Paulo
PROGRAMAÇÃO:
DATA: 27/07/2011
HORARIO: 9h as 12h
LOCAL: UNIFES - Napoleão de Barros 754 - Anfiteatro da Escola de Enfermagem
9- 9h30 - Apresentação da participação do Núcleo de Assistência Domiciliar – REBRAENSP Polo São Paulo - reunião da REBRAENSP realizada dia 27/06/11 – Salvador- BA. – apresentação: Luiza W Dal Ben
9h30 – 11h - Mesa Redonda: Segurança em Assistência domiciliar – Quais os riscos?
Apresentação das metas mundiais de segurança do paciente – apresentação Rita Kaluf
Como eu faço – experiência da empresa - PRONEP – SP – acreditada internacional em qualidade
Votação sobre as metas que serão trabalhadas pelo Núcleo de Assistência Domiciliar - REBRAENSP – Polo São Paulo
11h – 11h45 Oficina de trabalho - desenvolvido em equipes – Levantamento dos principais riscos na transferência do paciente do hospital para a residência e quais as ações de prevenção
11h45 12h Temas para as próximas reuniões:
Apresentação de trabalhos científicos:
Pesquisa sobre “avaliação da intubação gástrica em assistência domiciliar” pesquisadora: Larissa Naves – Mestrado- EEUSP.
Sugestão de outras pesquisas
12h – 12h15 Palavra aos membros e encerramento
20 de maio de 2011
Positive Deviance: conheça esta filosofia implementada no Einstein
Positive Deviance: filosofia de vanguarda reduz índice de infecções
Programa atingiu taxa zero de infecção e levou nome do Einstein para além das fronteiras nacionais
Em outubro de 2007, o Einstein foi pioneiro em iniciar um programa voltado para a redução do número de infecção hospitalar. Focado na conscientização e no aumento da higienização de mãos por parte dos profissionais de saúde, o programa é baseado na Positive Deviance – uma filosofia internacional de melhoria de processos, colocada em prática na área de controle de infecções, pela primeira vez no mundo, aqui no Einstein.
A ideia do Positive Deviance – assista ao vídeo abaixo e conheça a filosofia – é direcionar a melhoria dos processos pelas sugestões dos próprios envolvidos: no caso, os profissionais do atendimento (médicos, enfermeiros, auxiliares, técnicos etc.), que descobrem, no dia a dia, pequenos detalhes que podem fazer bastante diferença para a segurança do paciente.
O programa foi iniciado no Einstein, primeiramente, na unidade semi-intensiva do 7º andar. Em pouco tempo, ganhou a adesão de outras unidades do hospital, atingindo números surpreendentes de queda no índice de infecções.
Desde que a ideia foi trazida para o Einstein, um grupo multiprofissional foi formado para se reunir a cada 15 dias e, além de sugerir novas ações, acompanhar o desenvolvimento de cada proposta na prática.
Em alguns meses de 2010, por exemplo, as unidades chegaram à taxa zero de infecções. Outras melhorias foram sendo somadas ao atendimento e diversas ideias transformaram-se em prática contínua no hospital, colocando o Einstein em uma posição de vanguarda no que se refere ao atendimento completo da saúde de seus pacientes.
Em todo o mundo, a filosofia do Positive Deviance é aplicada em empresas de segmentos completamente diferentes e nunca havia sido utilizada na área da saúde, especificamente voltada para a prevenção de infecções.
Além de ter sido destaque no portal global do Positive Deviance, o programa do Einstein já foi apresentado em diversos congressos internacionais, levando o pioneirismo da instituição para além das fronteiras nacionais.
Assista ao video e acompanhe as melhorias que o Positive Deviance trouxe para o Hospital Israelita Albert Einstein. Entenda de que forma essa filosofia vem ajudando a instituição a alcançar resultados cada vez mais importantes no controle de infecções.
Programa atingiu taxa zero de infecção e levou nome do Einstein para além das fronteiras nacionais
Em outubro de 2007, o Einstein foi pioneiro em iniciar um programa voltado para a redução do número de infecção hospitalar. Focado na conscientização e no aumento da higienização de mãos por parte dos profissionais de saúde, o programa é baseado na Positive Deviance – uma filosofia internacional de melhoria de processos, colocada em prática na área de controle de infecções, pela primeira vez no mundo, aqui no Einstein.
A ideia do Positive Deviance – assista ao vídeo abaixo e conheça a filosofia – é direcionar a melhoria dos processos pelas sugestões dos próprios envolvidos: no caso, os profissionais do atendimento (médicos, enfermeiros, auxiliares, técnicos etc.), que descobrem, no dia a dia, pequenos detalhes que podem fazer bastante diferença para a segurança do paciente.
O programa foi iniciado no Einstein, primeiramente, na unidade semi-intensiva do 7º andar. Em pouco tempo, ganhou a adesão de outras unidades do hospital, atingindo números surpreendentes de queda no índice de infecções.
Desde que a ideia foi trazida para o Einstein, um grupo multiprofissional foi formado para se reunir a cada 15 dias e, além de sugerir novas ações, acompanhar o desenvolvimento de cada proposta na prática.
Em alguns meses de 2010, por exemplo, as unidades chegaram à taxa zero de infecções. Outras melhorias foram sendo somadas ao atendimento e diversas ideias transformaram-se em prática contínua no hospital, colocando o Einstein em uma posição de vanguarda no que se refere ao atendimento completo da saúde de seus pacientes.
Em todo o mundo, a filosofia do Positive Deviance é aplicada em empresas de segmentos completamente diferentes e nunca havia sido utilizada na área da saúde, especificamente voltada para a prevenção de infecções.
Além de ter sido destaque no portal global do Positive Deviance, o programa do Einstein já foi apresentado em diversos congressos internacionais, levando o pioneirismo da instituição para além das fronteiras nacionais.
Assista ao video e acompanhe as melhorias que o Positive Deviance trouxe para o Hospital Israelita Albert Einstein. Entenda de que forma essa filosofia vem ajudando a instituição a alcançar resultados cada vez mais importantes no controle de infecções.
SAFETY 2011

Trechos da Mensagem do Organizador do SAFETY 2011
Este será o quarto ano do Safety, uma busca por uma medicina mais segura.
Nestes últimos anos vários Congressos e palestras específicas sobre segurança do paciente vem ocorrendo em todo mundo. O Brasil não tem ficado atrás nas discussões e fico alegre em ter, com a ajuda de vocês, colocado o tema de uma forma direta em 2008
Em 2011 manteremos a discussão trans-disciplinar (além da inter disciplinar) e continuaremos não abordando a judicialização. Manteremos o foco nos aspectos técnicos de diagnóstico, controle e prevenção dos eventos adversos e na segurança do paciente. Não existe atividade humana sem erro, independente do grau ou do esmero no treinamento em habilidades ou avanços tecnológicos. Demonstrar que podemos aprender com os menos graduados ou com quem tem uma formação diferente da nossa é um dos aspectos que diferencia este Congresso. O aprendizado nestes três anos proporcionado, nas palestras e discussões, por profissionais que exercem atividade completamente diferente da da saúde, tem sido uma fantástica experiência. Muitos palestrantes do Safety repetiram sua exposição em outros eventos e com isso uma rede não tradicional vem sendo criada.
O Safety é fruto de ideais e de idealistas que buscam mais segurança para todos. Não existe um modelo ideal mas se conseguirmos que o Sistema de Saúde tenha um foco maior no estudo e aprimoramento do “Fator Humano” estaremos mudando o foco do “quem?” para o “por quê?” e “como?”.
Aí sim haverá prevenção, com menos custo e menos dor se compararmos a qualquer tratamento.
Amigos, aguardo vocês.
Alfredo Guarischi
Seleção de Vídeos para treinamento
Abaixo estão alguns links de videos e entrevistas
•Higiene das mão - Hygiène des mains Hôpitaux Universitaires de Genève VigiGerme
http://www.youtube.com/watch?v=bTGzMNwZqoc&feature=fvst
•Higiene das mão - controle de infecção
http://www.youtube.com/watch?v=_o9SxDFPUiA
•Entrevista com Florence Nightingale (parte 1)
http://www.youtube.com/watch?v=NpbkSdbSM1w
•Entrevista com Florence Nightingale (parte 2)
http://www.youtube.com/watch?v=aDIINIfsUsU
•Cirurgia segura + Safety + Checklist
http://www.youtube.com/watch?v=xLy-kj5hdkc
•Besserman: O erro humano e o aquecimento global (parte 1)
http://www.youtube.com/watch?v=_foT9bv-RBs
•Besserman: O erro humano e o aquecimento global (parte 2)
http://www.youtube.com/watch?v=ItsVB0B03hU
•Filme da WHO em sua primeira edição e feito pela Harvard. Este filme segue o artigo publicado pelo NEJM em janeiro de 2009.
http://www.youtube.com/watch?v=N4Ejn9h1qKU&feature=related
•Filme sobre o Checklist Cirúrgico realizado pela Universidade de Washington, de um modo mais complexo.
http://www.youtube.com/watch?v=U2OJ55yH4i4
•Este filme feito pela Universidade de Toronto usa uma abordagem diferente dos anteriores.
http://www.youtube.com/watch?v=NR5o5U6edm0&feature=related
•Este vídeo muito curto mostra como NÃO fazer o checklist. Também foi feito pela Harvard.
http://www.youtube.com/watch?v=DOGJMOMHDJk&NR=1
•Higiene das mão - Hygiène des mains Hôpitaux Universitaires de Genève VigiGerme
http://www.youtube.com/watch?v=bTGzMNwZqoc&feature=fvst
•Higiene das mão - controle de infecção
http://www.youtube.com/watch?v=_o9SxDFPUiA
•Entrevista com Florence Nightingale (parte 1)
http://www.youtube.com/watch?v=NpbkSdbSM1w
•Entrevista com Florence Nightingale (parte 2)
http://www.youtube.com/watch?v=aDIINIfsUsU
•Cirurgia segura + Safety + Checklist
http://www.youtube.com/watch?v=xLy-kj5hdkc
•Besserman: O erro humano e o aquecimento global (parte 1)
http://www.youtube.com/watch?v=_foT9bv-RBs
•Besserman: O erro humano e o aquecimento global (parte 2)
http://www.youtube.com/watch?v=ItsVB0B03hU
•Filme da WHO em sua primeira edição e feito pela Harvard. Este filme segue o artigo publicado pelo NEJM em janeiro de 2009.
http://www.youtube.com/watch?v=N4Ejn9h1qKU&feature=related
•Filme sobre o Checklist Cirúrgico realizado pela Universidade de Washington, de um modo mais complexo.
http://www.youtube.com/watch?v=U2OJ55yH4i4
•Este filme feito pela Universidade de Toronto usa uma abordagem diferente dos anteriores.
http://www.youtube.com/watch?v=NR5o5U6edm0&feature=related
•Este vídeo muito curto mostra como NÃO fazer o checklist. Também foi feito pela Harvard.
http://www.youtube.com/watch?v=DOGJMOMHDJk&NR=1
27 de abril de 2011
NOTIVISA - VEJA COMO UTILIZAR
O NOTIVISA é um sistema informatizado na plataforma web para receber as notificações de eventos adversos (EA) e queixas técnicas (QT) relacionados com os produtos sob vigilância sanitária, abaixo listados:
Medicamentos
Vacinas e Imunoglobulinas;
Pesquisas Clínicas;
Artigos Médico-Hospitalares;
Equipamento Médico-Hospitalar;
Kit Reagente para Diagnóstico In Vitro;
Cosméticos, Produtos de Higiene Pessoal ou Perfume;
Uso de Sangue ou Componentes;
Saneantes;
Agrotóxicos;
Poderão utilizar o NOTIVISA os profissionais de saúde liberais ou que trabalhem em alguma instituição. Para acessar o Sistema, é preciso se cadastrar e selecionar a opção Profissional de Saúde, se for um profissional liberal. Para o profissional de uma instituição/entidade, selecione a opção Instituição/Entidade.
Os usuários cadastrados poderão notificar casos de EA e QT e receberão a confirmação sobre o envio da notificação. Terão acesso à notificação: o notificador, as vigilâncias sanitárias do Município e do Estado e a Anvisa.
O Sistema receberá notificação de casos confirmados ou suspeitos de EA e QT. As notificações enviadas serão mantidas sob sigilo e as informações recebidas servirão para:
subsidiar o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) para identificar reações adversas ou efeitos não-desejados dos produtos;
aperfeiçoar o conhecimento dos efeitos dos produtos e, quando indicado, alterar recomendações sobre seu uso e cuidados;
regular os produtos comercializados no País e, de forma geral, promover ações de proteção à Saúde Pública.
Ao receber a notificação, os órgãos integrantes do SNVS analisarão a notificação de acordo com a gravidade e risco do EA ou QT.
Os cidadãos poderão notificar EA e QT por meio dos formulários de notificação.
Gestor NOTIVISA
Medicamentos
Vacinas e Imunoglobulinas;
Pesquisas Clínicas;
Artigos Médico-Hospitalares;
Equipamento Médico-Hospitalar;
Kit Reagente para Diagnóstico In Vitro;
Cosméticos, Produtos de Higiene Pessoal ou Perfume;
Uso de Sangue ou Componentes;
Saneantes;
Agrotóxicos;
Poderão utilizar o NOTIVISA os profissionais de saúde liberais ou que trabalhem em alguma instituição. Para acessar o Sistema, é preciso se cadastrar e selecionar a opção Profissional de Saúde, se for um profissional liberal. Para o profissional de uma instituição/entidade, selecione a opção Instituição/Entidade.
Os usuários cadastrados poderão notificar casos de EA e QT e receberão a confirmação sobre o envio da notificação. Terão acesso à notificação: o notificador, as vigilâncias sanitárias do Município e do Estado e a Anvisa.
O Sistema receberá notificação de casos confirmados ou suspeitos de EA e QT. As notificações enviadas serão mantidas sob sigilo e as informações recebidas servirão para:
subsidiar o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) para identificar reações adversas ou efeitos não-desejados dos produtos;
aperfeiçoar o conhecimento dos efeitos dos produtos e, quando indicado, alterar recomendações sobre seu uso e cuidados;
regular os produtos comercializados no País e, de forma geral, promover ações de proteção à Saúde Pública.
Ao receber a notificação, os órgãos integrantes do SNVS analisarão a notificação de acordo com a gravidade e risco do EA ou QT.
Os cidadãos poderão notificar EA e QT por meio dos formulários de notificação.
Gestor NOTIVISA
Definidos critérios para credenciamento de Hospitais Sentinela em 2011

Definidos critérios para credenciamento de Hospitais Sentinela em 2011
19 de abril de 2011
A Anvisa divulga, nesta terça-feira (19/4), os critérios para o credenciamento de instituições na Rede Sentinela, em 2011. Os estabelecimentos de saúde podem se credenciar em quatro diferentes perfis: Participante; Colaborador; Centro de Cooperação; e Centro de Referência. As instituições que atenderem aos requisitos exigidos no documento publicado pela Anvisa serão credenciadas por um período de 12 meses.
A Rede Sentinela é uma rede de parceiros que, desde 2002, subsidia o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária com a notificação de eventos adversos e queixas técnicas ligadas ao uso de produtos para a saúde, medicamentos, sangue e hemoderivados. A pós-comercialização é uma dimensão da atuação da vigilância sanitária, fundamental para acompanhar a segurança de produtos utilizados na atenção à saúde.
As diretrizes e estratégias para o credenciamento foram definidas no ano de 2010, a partir da realização de encontros que envolveram gerentes de risco dos hospitais já pertencentes à Rede Sentinela, além de representantes da Anvisa e de demais entes do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária. O objetivo foi traçar diretrizes e estratégias que conferissem perenidade, sustentabilidade e abrangência aos serviços sentinela.
Entre as diretrizes definidas, destaca-se a necessidade de estabelecimento de critérios de inclusão e acompanhamento para permanência de instituições na Rede Sentinela e para o credenciamento de novas entidades.
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail cviss@anvisa.gov.br.
Confira aqui os critérios para credenciamento
20 de março de 2011
Gestão da Qualidade e do Risco no Setor da Saúde
Gestão da Qualidade e do Risco no Setor da Saúde
Conceitos e Definições
A profissionalização tardia do Setor Saúde preocupa todos os envolvidos nesta complexa trama de processos administrativos e assistenciais. O profissional da saúde, quando compreende todos os riscos inerentes à sua profissão, que podem vir a prejudicar o paciente, a si mesmo e até a Instituição, anseia por algo que traga resposta a suas angústias.
A informação está cada vez mais acessível e em volume que cresce a cada dia, porém o que deveria ser bom torna-se um obstáculo para a identificação do conhecimento fidedigno e coeso, conforme a realidade de cada um.
Essa dificuldade na seleção de dados e o diminuto preparo em gestão que o profissional da saúde recebeu em sua graduação o leva a buscar a experiência prática em cursos de aprendizado reconhecidos e atuantes no mercado.
A Gestão pela Qualidade desperta o interesse por ser uma metodologia perfeitamente utilizada em qualquer situação por sua característica de maleabilidade e aplicabilidade conforme a necessidade.
A habilidade de compreender o conceito “Qualidade” e aplicá-la exige muita (boa) informação e treinamento, caso contrário essa ferramenta apenas burocratizará ainda mais as rotinas. O profissional da saúde é fundamental para o sucesso da implantação dessa estratégia no setor, criando um ambiente motivador e de resultados.
Qualidade e Risco estão ligados, por uma conseqüência lógica: a partir do momento em que é definido que a Instituição terá Qualidade, isto é, seguirá critérios de boas práticas focando em resultados positivos para o cliente-colaborador-empresa, o foco na segurança é automático. Em um setor no qual um simples descuido pode ser letal, a prevenção do erro se faz por meio da Gestão do Risco, isto é, compreensão e mitigação de qualquer fator que possa levar a um acidente.
Sendo assim, o Setor Saúde conta com uma ferramenta poderosa para se profissionalizar e implantar conhecimento técnico aliado à sustentação financeira da empresa, sem deixar de lado o melhor cuidado ao paciente.
Este texto é de autoria de Bruna Malagoli, docente do Curso Análise de Risco, Segurança do Paciente e Gestão da Qualidade em Serviços de Saúde
Conceitos e Definições
A profissionalização tardia do Setor Saúde preocupa todos os envolvidos nesta complexa trama de processos administrativos e assistenciais. O profissional da saúde, quando compreende todos os riscos inerentes à sua profissão, que podem vir a prejudicar o paciente, a si mesmo e até a Instituição, anseia por algo que traga resposta a suas angústias.
A informação está cada vez mais acessível e em volume que cresce a cada dia, porém o que deveria ser bom torna-se um obstáculo para a identificação do conhecimento fidedigno e coeso, conforme a realidade de cada um.
Essa dificuldade na seleção de dados e o diminuto preparo em gestão que o profissional da saúde recebeu em sua graduação o leva a buscar a experiência prática em cursos de aprendizado reconhecidos e atuantes no mercado.
A Gestão pela Qualidade desperta o interesse por ser uma metodologia perfeitamente utilizada em qualquer situação por sua característica de maleabilidade e aplicabilidade conforme a necessidade.
A habilidade de compreender o conceito “Qualidade” e aplicá-la exige muita (boa) informação e treinamento, caso contrário essa ferramenta apenas burocratizará ainda mais as rotinas. O profissional da saúde é fundamental para o sucesso da implantação dessa estratégia no setor, criando um ambiente motivador e de resultados.
Qualidade e Risco estão ligados, por uma conseqüência lógica: a partir do momento em que é definido que a Instituição terá Qualidade, isto é, seguirá critérios de boas práticas focando em resultados positivos para o cliente-colaborador-empresa, o foco na segurança é automático. Em um setor no qual um simples descuido pode ser letal, a prevenção do erro se faz por meio da Gestão do Risco, isto é, compreensão e mitigação de qualquer fator que possa levar a um acidente.
Sendo assim, o Setor Saúde conta com uma ferramenta poderosa para se profissionalizar e implantar conhecimento técnico aliado à sustentação financeira da empresa, sem deixar de lado o melhor cuidado ao paciente.
Este texto é de autoria de Bruna Malagoli, docente do Curso Análise de Risco, Segurança do Paciente e Gestão da Qualidade em Serviços de Saúde
23 de dezembro de 2010
15 de dezembro de 2010
Erro de medicação ....um assunto que tem sido tão discutido devido a mais um grave incidente ocorrido.
Recomendo um artigo sobre esse assunto, de autoria da Lenita Wannmacher, para a OPAS:
Uso Racional de Medicamentos
para ter acesso ao artigo completo clik no link do titulo.
Erros: evitar o evitável
Autor:Lenita Wannmacher
Resumo:
Erros com medicamentos são mundialmente freqüentes, acarretando potencial de risco aos pacientes, e ocorrem devido a múltiplos fatores (características dos pacientes, despreparo dos profissionais de saúde, falhas nos sistemas de atendimento à saúde, insuficiente formação graduada e educação continuada dos diferentes profissionais, polifarmácia, uso de preparações injetáveis, automedicação e outros). No sentido de prevenir ou minimizar sua ocorrência e as possíveis conseqüências aos pacientes, enfatizam-se posturas e estratégias, mais coletivas que individuais.
Ano de Publicação: 2005
Uso Racional de Medicamentos
para ter acesso ao artigo completo clik no link do titulo.
Erros: evitar o evitável
Autor:Lenita Wannmacher
Resumo:
Erros com medicamentos são mundialmente freqüentes, acarretando potencial de risco aos pacientes, e ocorrem devido a múltiplos fatores (características dos pacientes, despreparo dos profissionais de saúde, falhas nos sistemas de atendimento à saúde, insuficiente formação graduada e educação continuada dos diferentes profissionais, polifarmácia, uso de preparações injetáveis, automedicação e outros). No sentido de prevenir ou minimizar sua ocorrência e as possíveis conseqüências aos pacientes, enfatizam-se posturas e estratégias, mais coletivas que individuais.
Ano de Publicação: 2005
11 de novembro de 2010
Uma Assistência Limpa é Uma Assistência Mais Segura
Uma Assistência Limpa é Uma Assistência Mais Segura
A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), em parceria com a Unidade de Investigação e Prevenção das Infecções e dos Eventos Adversos (UIPEA/GGTES/Anvisa), vem desenvolvendo ações visando à “Segurança do Paciente”, consonantes com as previstas na Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, proposta pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Primeiro Desafio Global para a Segurança do Paciente está focado na prevenção das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), sob o lema “Uma Assistência Limpa é Uma Assistência Mais Segura”, envolvendo ações relacionadas à melhoria da Higienização das Mãos em Serviços de Saúde.
Ferramentas para treinamento e educação
Os profissionais de saúde necessitam de um treinamento claro e sucinto sobre a importância da higienização das mãos, especialmente direcionado para “Os Cinco Momentos para a Higienização das Mãos” e para os procedimentos corretos de higienização anti-sépticas das mãos com preparações alcoólicas (gel ou solução) e higienização simples das mãos (água e sabonete associado ou não a anti-séptico).
Desta forma, os profissionais de saúde deverão receber treinamento regularmente (pelo menos, anualmente), incluindo também os novos profissionais contratados.
Para maiores informações sobre como usar as ferramentas e facilitar a compreensão dos componentes básicos do treinamento, favor consultar o Guia para Implantação da Estratégia Multimodal de Melhoria da Higienização das Mãos em Serviços de Saúde, abaixo disponibilizado.
Ferramentas-Chave
• Manual para Higienização das Mãos em Serviços de Saúde
Resumo das diretrizes da OMS para Higienização das Mãos.
• Guia para a implantação da estratégia multimodal da OMS para a melhoria da higienização das mãos
Guia para implantar a estratégia de melhoria de higienização das mãos e como usar as outras ferramentas.
Acesse a pagina da Organização Pan-Americana de Saúde para fazer o download do manual e do guia de implantação.
http://new.paho.org/bra/index.php?option=com_content&task=view&id=883&Itemid=687&limit=1&limitstart=1
A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), em parceria com a Unidade de Investigação e Prevenção das Infecções e dos Eventos Adversos (UIPEA/GGTES/Anvisa), vem desenvolvendo ações visando à “Segurança do Paciente”, consonantes com as previstas na Aliança Mundial para a Segurança do Paciente, proposta pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Primeiro Desafio Global para a Segurança do Paciente está focado na prevenção das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), sob o lema “Uma Assistência Limpa é Uma Assistência Mais Segura”, envolvendo ações relacionadas à melhoria da Higienização das Mãos em Serviços de Saúde.
Ferramentas para treinamento e educação
Os profissionais de saúde necessitam de um treinamento claro e sucinto sobre a importância da higienização das mãos, especialmente direcionado para “Os Cinco Momentos para a Higienização das Mãos” e para os procedimentos corretos de higienização anti-sépticas das mãos com preparações alcoólicas (gel ou solução) e higienização simples das mãos (água e sabonete associado ou não a anti-séptico).
Desta forma, os profissionais de saúde deverão receber treinamento regularmente (pelo menos, anualmente), incluindo também os novos profissionais contratados.
Para maiores informações sobre como usar as ferramentas e facilitar a compreensão dos componentes básicos do treinamento, favor consultar o Guia para Implantação da Estratégia Multimodal de Melhoria da Higienização das Mãos em Serviços de Saúde, abaixo disponibilizado.
Ferramentas-Chave
• Manual para Higienização das Mãos em Serviços de Saúde
Resumo das diretrizes da OMS para Higienização das Mãos.
• Guia para a implantação da estratégia multimodal da OMS para a melhoria da higienização das mãos
Guia para implantar a estratégia de melhoria de higienização das mãos e como usar as outras ferramentas.
Acesse a pagina da Organização Pan-Americana de Saúde para fazer o download do manual e do guia de implantação.
http://new.paho.org/bra/index.php?option=com_content&task=view&id=883&Itemid=687&limit=1&limitstart=1
10 de novembro de 2010
DECLARAÇÃO DA ENFERMAGEM DO ESTADO DE SÃO PAULO PARA A PROMOÇÃO DA SEGURANÇA DO PACIENTE

DECLARAÇÃO DA ENFERMAGEM DO ESTADO DE SÃO PAULO PARA A PROMOÇÃO DA SEGURANÇA DO PACIENTE
A promoção da segurança do paciente é preocupação global. A Organização Mundial da Saúde estima que um em cada dez pacientes é vítima de erros durante a assistência. A Enfermagem do Estado de São Paulo, diante desse fato, declara seu compromisso em desenvolver ações que visem à promoção da segurança do paciente, atuando no âmbito da educação, prática clínica, pesquisa e cultura organizacional alicerçada nos preceitos éticos e legais da profissão.
Tendo por base tal pressuposto e considerando que:
•a segurança do paciente é fundamental para o cuidado com a saúde e um imperativo ético e moral do cuidado para com os outros;
•a Enfermagem, maior contingente de profissionais de saúde no país, tem função relevante na promoção da segurança do paciente e nos resultados de saúde da população;
•a possibilidade de errar é característica imutável do processo de cognição humano;
•o erro é definido como não intencional, multifatorial, eminentemente resultante de falhas do sistema, mais do que do indivíduo, sendo possível sua prevenção;
•é necessária a adoção de cultura organizacional que gere análise sistêmica de falhas, com vistas à prevenção e melhoria contínua do cuidado em saúde;
•no sistema de saúde são realizadas atividades complexas, em ambientes dinâmicos e especializados, nos quais o nível de desenvolvimento organizacional, dos processos de trabalho e dos profissionais afeta diretamente os resultados do cuidado;
•o paciente e a família têm o direito de receber assistência de Enfermagem que promova sua segurança por meio da realização de cuidados de Enfermagem centrados no atendimento integral às suas necessidades, preferências e valores;
•o paciente e a família têm o direito de receber assistência de Enfermagem em ambientes seguros, dotados de profissionais qualificados e em número apropriado;
•o paciente e a família têm o direito de receber cuidados de Enfermagem fundamentados na melhor informação científica e técnica e documentados em protocolos institucionais;
•o paciente e a família têm o direito de participar ativamente na promoção da sua segurança durante a assistência à saúde, com autonomia e responsabilidade;
•os profissionais de Enfermagem têm o direito de atuar em ambientes que ofereçam adequada infraestrutura física, de recursos humanos, de materiais e equipamentos para o desenvolvimento seguro de ações em saúde;
•os profissionais de Enfermagem têm o dever de realizar práticas seguras com base na excelência clínica, na melhor competência profissional e na mais adequada informação científica, bem como desenvolver ou participar de investigações científicas que promovam a segurança dos pacientes;
•ações de Enfermagem que visem à segurança do paciente devem ser estimuladas e valorizadas em qualquer cenário de atuação profissional;
•as instituições de saúde têm o dever de proporcionar condições de infraestrutura e trabalho adequadas à segurança do paciente, da família, dos profissionais e, consequentemente, da sociedade;
•as instituições de saúde devem ter a responsabilidade e o compromisso de promover condições e ações para educação permanente do profissional de Enfermagem; as instituições de ensino na área de Enfermagem têm o dever e o compromisso de garantir à sociedade profissionais competentes para o exercício seguro da profissão.
A Enfermagem do Estado de São Paulo declara:
•a promoção da segurança do paciente é responsabilidade compartilhada entre profissionais de Enfermagem e os demais que atuam, direta ou indiretamente, na área da saúde: pacientes e familiares; instituições de saúde; agências reguladoras; órgãos de acreditação; instituições de ensino; associações, conselhos, sindicatos e agremiações de profissionais de saúde; órgãos governamentais e sociedade;
•a análise sistêmica de erros deve incluir a participação ativa dos enfermeiros, profissionais de saúde, pacientes e gestores, envolvendo, quando necessário, órgãos de fiscalização, governamentais e a sociedade;
•a Enfermagem deve contribuir com toda e qualquer iniciativa local, regional, nacional e internacional para a promoção da segurança do paciente;
•as responsabilidades e os compromissos para a segurança do paciente devem ser claramente explicitados na política de Enfermagem Institucional e implementados nas ações dos enfermeiros gestores, líderes e profissionais de Enfermagem diretamente envolvidos na assistência;
•a cultura e o clima de segurança devem estar presentes nos ambientes de prática da Enfermagem como parte da sua missão, proporcionando condições para identificação, análise sistêmica e ações de melhoria contínua frente à ocorrência de erros e eventos adversos;
•o profissional de Enfermagem tem o dever e a responsabilidade de notificar a ocorrência de erros, eventos adversos e situações que coloquem em risco a segurança do paciente;
•o paciente e a família têm o direito de ser informado sobre a ocorrência de eventos adversos, as consequências para sua saúde e os cuidados que deve receber para se restabelecer;
•a Enfermagem deve participar de comitês institucionais que tenham como objetivo a captação de informações sobre erros, mesmo os que não chegaram a atingir o paciente, contribuindo com soluções para a prevenção e ações para minimizar efeitos de eventos adversos, fundamentadas em uma análise sistêmica;
•a Enfermagem reconhece o paciente e a família como agentes ativos na promoção de sua segurança e desenvolve ações que os fortaleçam por meio da informação, do relacionamento e do respeito;
•os profissionais de Enfermagem respondem por sua competência técnica, científica, ética e legal e somente executam atividades quando capazes de desempenhá-las de forma segura para si e para outrem;
•os profissionais de Enfermagem assumem o compromisso, junto à sociedade, de disseminar informações acerca da cultura de segurança do paciente para engajar a população na promoção de um sistema de saúde mais seguro.
Organização: Profª Drª Mavilde da Luz Gonçalves Pedreira e Profª Drª Maria de Jesus C. S. Harada, coordenadoras do Projeto Enfermagem para Segurança do Paciente do Coren-SP, Gestão 2008–2011.
Elaboração: Profª Drª Ariane Ferreira Machado Avelar, Drª Carmen Ligia Sanches de Salles, Drª Cleide Mazuela Canavezi, Drª Daniella Cristina Chanes, Drª Denise Myiuki Kusahara, Drª Dirce Laplaca, Profª Drª Elena Bohomol, Profª Drª Kátia Grillo Padilha, Drª Lilian Lestingi Labbadia, Profª Drª Luiza Watanabe Dal Ben, Profª Drª Maria Angélica Sorgini Peterlini, Profª Drª Maria de Jesus C. S. Harada, Drª Marlene U. Moritsugu, Profª Drª Mavilde da Luz Gonçalves Pedreira, Drª Rosemeire Keiko Hangai e Profª Drª Sílvia Helena de Bortoli Cassiani.
Promoção: Coren-SP.
SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA
SEGURANÇA NA UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA
10 PASSOS PARA A SEGURANÇA DO PACIENTE
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO ESTADO DE SÃO PAULO – COREN-SP
REDE BRASILEIRA DE ENFERMAGEM E SEGURANÇA DO PACIENTE – REBRAENSP – POLO SÃO PAULO
SÃO PAULO – 2010
A segurança na utilização da tecnologia compreende o benefício e o impacto no
uso de um ou mais recursos, em prol do restabelecimento da saúde do paciente.
Visa identificar soluções que têm como propósito promover melhorias específicas
em áreas de maior risco na assistência à saúde, para que a tecnologia seja
utilizada de maneira apropriada.
A seguir estão descritas algumas medidas para promoção de segurança na
utilização de alguns equipamentos utilizados na área da saúde.
Medidas sugeridas
1. Consulte o manual do fabricante de qualquer equipamento.
2. Avalie se o equipamento apresenta condições adequadas para o uso.
3. Simule o funcionamento normal do aparelho, desconecte o plugue da tomada
e verifique se o alarme de bateria começa a soar.
4. Efetue a limpeza programada do equipamento e/ou sempre que necessário.
5. Verifique o adequado funcionamento do equipamento.
6. Verifique em que condições encontra-se o equipamento, se foi realizada a
manutenção e a programação para manutenção preventiva e calibração do
equipamento.
7. Peça orientações ao serviço de engenharia ou manutenção da instituição
sobre o uso adequado de equipamentos quando houver qualquer dúvida.
8. Leia o manual simplificado do equipamento desenvolvido pela instituição, que
deve estar visível e legível no aparelho. Siga a sequência correta para o manuseio.
9. Informe as condições de uso, disparo do alarme e anormalidades ao paciente
e/ou familiar.
10. Explique ao paciente como acionar o profissional em caso de urgências.
11. Posicione o equipamento em local seguro para prevenir quedas e acidentes.
12. Faça as anotações na ficha de atendimento ou no prontuário do paciente
descrevendo a orientação fornecida, as condições do equipamento e o uso no
paciente.
13. Monitore o paciente com frequência, analisando as condições do equipamento
em uso.
14. Analise se o equipamento tem condições técnicas para o atendimento das
necessidades clínicas do paciente, participando do processo de adequação da
tecnologia aplicada ao cuidado de enfermagem.
Pontos de atenção
1. Conheça as diferentes alternativas tecnológicas, auxiliando na escolha do
equipamento mais adequado.
2. Verifique e aplique as legislações pertinentes.
3. Conheça e siga os protocolos específicos no uso e manuseio de cada
equipamento.
4. Conheça as condições de substituição, empréstimo, obsolescência e ou
alocação do recurso tecnológico.
5. Certifique-se de que possui habilidade e conhecimento técnico para o
manuseio do equipamento com segurança.
6. Em caso de falta do recurso tecnológico necessário, o enfermeiro deve verificar
se há alternativas.
7. Se o paciente referir alergia a algum produto / conexão / tubo do equipamento,
registre na ficha de atendimento ou no prontuário e realize a substituição.
8. Na recusa do paciente em utilizar o equipamento, explique os benefícios e
indicações para o tratamento de saúde e identifique os motivos para a rejeição.
Se necessário o enfermeiro deve avaliar as condições do paciente, sua opinião
e a possibilidade de substituição do equipamento.
Referências
- Silva LK. Avaliação tecnológica e análise custo-efetividade em saúde: a incorporação de tecnologias
e a produção de diretrizes clínicas para o SUS. Rio de Janeiro: Departamento de Administração e
Planejamento em Saúde- ENSP/Fiocruz, 2003. pg 501-20.
- Banta HD. Health Care Technology as a Policy Issue. Health Policy 1994; 30: 1-20.
- Institute of Medicine. Donaldson MS, Sox JR, HC (eds). Setting Priorities for Health Technology
Assessment: A Model Process. Washington DC, National Academy Press; 1992.
10 PASSOS PARA A SEGURANÇA DO PACIENTE
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO ESTADO DE SÃO PAULO – COREN-SP
REDE BRASILEIRA DE ENFERMAGEM E SEGURANÇA DO PACIENTE – REBRAENSP – POLO SÃO PAULO
SÃO PAULO – 2010
A segurança na utilização da tecnologia compreende o benefício e o impacto no
uso de um ou mais recursos, em prol do restabelecimento da saúde do paciente.
Visa identificar soluções que têm como propósito promover melhorias específicas
em áreas de maior risco na assistência à saúde, para que a tecnologia seja
utilizada de maneira apropriada.
A seguir estão descritas algumas medidas para promoção de segurança na
utilização de alguns equipamentos utilizados na área da saúde.
Medidas sugeridas
1. Consulte o manual do fabricante de qualquer equipamento.
2. Avalie se o equipamento apresenta condições adequadas para o uso.
3. Simule o funcionamento normal do aparelho, desconecte o plugue da tomada
e verifique se o alarme de bateria começa a soar.
4. Efetue a limpeza programada do equipamento e/ou sempre que necessário.
5. Verifique o adequado funcionamento do equipamento.
6. Verifique em que condições encontra-se o equipamento, se foi realizada a
manutenção e a programação para manutenção preventiva e calibração do
equipamento.
7. Peça orientações ao serviço de engenharia ou manutenção da instituição
sobre o uso adequado de equipamentos quando houver qualquer dúvida.
8. Leia o manual simplificado do equipamento desenvolvido pela instituição, que
deve estar visível e legível no aparelho. Siga a sequência correta para o manuseio.
9. Informe as condições de uso, disparo do alarme e anormalidades ao paciente
e/ou familiar.
10. Explique ao paciente como acionar o profissional em caso de urgências.
11. Posicione o equipamento em local seguro para prevenir quedas e acidentes.
12. Faça as anotações na ficha de atendimento ou no prontuário do paciente
descrevendo a orientação fornecida, as condições do equipamento e o uso no
paciente.
13. Monitore o paciente com frequência, analisando as condições do equipamento
em uso.
14. Analise se o equipamento tem condições técnicas para o atendimento das
necessidades clínicas do paciente, participando do processo de adequação da
tecnologia aplicada ao cuidado de enfermagem.
Pontos de atenção
1. Conheça as diferentes alternativas tecnológicas, auxiliando na escolha do
equipamento mais adequado.
2. Verifique e aplique as legislações pertinentes.
3. Conheça e siga os protocolos específicos no uso e manuseio de cada
equipamento.
4. Conheça as condições de substituição, empréstimo, obsolescência e ou
alocação do recurso tecnológico.
5. Certifique-se de que possui habilidade e conhecimento técnico para o
manuseio do equipamento com segurança.
6. Em caso de falta do recurso tecnológico necessário, o enfermeiro deve verificar
se há alternativas.
7. Se o paciente referir alergia a algum produto / conexão / tubo do equipamento,
registre na ficha de atendimento ou no prontuário e realize a substituição.
8. Na recusa do paciente em utilizar o equipamento, explique os benefícios e
indicações para o tratamento de saúde e identifique os motivos para a rejeição.
Se necessário o enfermeiro deve avaliar as condições do paciente, sua opinião
e a possibilidade de substituição do equipamento.
Referências
- Silva LK. Avaliação tecnológica e análise custo-efetividade em saúde: a incorporação de tecnologias
e a produção de diretrizes clínicas para o SUS. Rio de Janeiro: Departamento de Administração e
Planejamento em Saúde- ENSP/Fiocruz, 2003. pg 501-20.
- Banta HD. Health Care Technology as a Policy Issue. Health Policy 1994; 30: 1-20.
- Institute of Medicine. Donaldson MS, Sox JR, HC (eds). Setting Priorities for Health Technology
Assessment: A Model Process. Washington DC, National Academy Press; 1992.
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